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Operação investiga esquema que levava celulares e drogas para presídio com ajuda de servidor

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Um esquema criminoso para abastecer um presídio com celulares, drogas e outros materiais proibidos foi alvo de operação policial em Campo Grande nesta quarta-feira (11). A investigação apontou que integrantes de uma facção criminosa articulavam o envio dos itens de dentro da própria unidade penal, contando com apoio externo e até pagamento de propina a um servidor público.

Batizada de “Operação Pombo Sem Asas”, a ação foi coordenada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul, por meio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado). Ao todo, foram cumpridos 35 mandados de prisão preventiva e 24 mandados de busca e apreensão em diferentes estados.

Segundo as investigações, os detentos organizavam a entrada dos materiais ilícitos por meio de arremessos feitos do lado de fora do presídio, com ajuda de pessoas em liberdade. Um servidor público teria recebido dinheiro para facilitar o funcionamento do esquema.

Durante a operação, equipes apreenderam cerca de 70 pacotes com produtos ilícitos, incluindo entorpecentes, balanças e equipamentos de comunicação usados para manter contato com integrantes da organização criminosa fora da prisão.

A ação faz parte de uma investigação mais ampla que busca desarticular a atuação de facções criminosas dentro do sistema penitenciário e identificar todos os envolvidos no esquema.

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