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Eleições 2026: Eduardo Riedel e Reinaldo Azambuja lideram na corrida eleitoral no próximo ano

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O governador Eduardo Riedel (PSDB) aparece com ampla vantagem na corrida pelo governo de Mato Grosso do Sul nas eleições de 2026, segundo levantamento do Instituto Ipems/Correio. No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Riedel lidera com 62,09% das intenções de voto, favorito à reeleição.

Com ampla margem de diferença, o ex-senador Delcídio do Amaral (PRD) aparece em segundo lugar com 17,76% do potencial de voto, seguido por Marcos Pollon (PL) com 10,35% e Júnior Mochi (MDB) com 9,80%.

Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem livremente, sem apresentação de nomes, Riedel também lidera, com 8,92% das menções. O ex-governador André Puccinelli (MDB) vem em seguida, com 1,78%, seguido por Reinaldo Azambuja (PSDB), com 0,53%, e Capitão Contar (PRTB), com 0,50%.

A pesquisa foi realizada entre 22 de julho a 1° de agosto com 1.611 eleitores acima de 16 anos, com margem de erro de 2,44 percentuais para mais para menos e grau de confiança 95%.

Um segundo levantamento, feito pelo Instituto Idope, entre 15 a 17 de julho, junto a 23 municípios de Mato Grosso do Sul, avaliou a intenção de voto para o Senado Federal, que terá duas vagas em disputa em 2026. O ex-governador Reinaldo Azambuja (PSDB) aparece na frente com 26,22% das intenções de voto no cenário estimulado, mantendo forte presença no cenário político estadual mesmo fora do Executivo.

Na sequência estão Nelsinho Trad (PSD) com 15,07%, e o deputado federal Vander Loubet (PT), com 12,92%. Também aparecem com índices relevantes Soraya Thronicke (Podemos) com 10,77% e Capitão Contar (PRTB) com 10,26%. Outros nomes como Marcos Pollon, Rose Modesto e Gerson Claro completam a lista.

A pesquisa mostra um cenário de vantagem dupla para o PSDB, que lidera tanto na disputa pelo governo quanto pela vaga no Senado.

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores acima de 16 anos, e possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e índice de confiança de 95%.

 

 

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