O setor de celulose deve ser o principal motor da economia de Mato Grosso do Sul nos próximos anos. Com grandes investimentos e novos projetos industriais, a previsão é de que o estado gere cerca de 93 mil novos empregos até 2032, sendo 24 mil diretos e 69 mil indiretos em toda a cadeia produtiva.
Especialistas apontam que o mercado de trabalho no setor deve permanecer aquecido durante toda essa década, impulsionado pela instalação de novas fábricas, ampliação de unidades já existentes e expansão das áreas de plantio de eucalipto.
Outro fator que fortalece esse cenário é o volume de investimentos previstos. Estima-se que até R$ 131 bilhões sejam aplicados no setor até 2030, consolidando Mato Grosso do Sul como um dos maiores polos mundiais de produção de celulose.
Empresas nacionais e multinacionais já operam ou estão instalando novas unidades no estado, principalmente em municípios da região leste, como Três Lagoas, Ribas do Rio Pardo, Inocência e Bataguassu. O avanço desses projetos transformou a área no chamado “Vale da Celulose”, responsável por impulsionar empregos, renda e desenvolvimento regional.
Apesar do crescimento acelerado, um dos principais desafios do setor é a falta de mão de obra qualificada, já que a quantidade de vagas abertas tem sido maior do que o número de profissionais disponíveis no mercado.
Com novos investimentos e expansão da produção, especialistas avaliam que a celulose deve liderar a próxima fase de crescimento econômico de Mato Grosso do Sul, consolidando o estado como referência nacional e internacional na indústria florestal.











