A crise na SAF do Botafogo acaba de ganhar novos contornos judiciais. A gestão social do alvinegro entrou com um processo na Justiça contra a gestão do futebol, liderada por John Textor, cobrando um ressarcimento de R$ 155 milhões e a nomeação de um interventor dentro da SAF alvinegra enquanto o litígio com o grupo Eagle Holding durar. Em meio a isso, um áudio vazado do ex-presidente do clube, Carlos Augusto Montenegro com acusações feitas contra Textor ganhou as redes sociais.
O processo foi noticiado em primeira mão pelo Ge e foi movido na 23ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e pede que a SAF ressarça o clube social com 10% do valor da dívida (equivalente a mais de R$ 1,5 bilhão) que a empresa declarou existir no passivo alvinegro.
Além disso, o clube social, que tem como atual presidente o empresário João Paulo Magalhães, pede a nomeação de um interventor em meio a litígio entre John Textor e Eagle Holding visando proteger os ativos alvinegros. O clube também pede na Justiça a proibição da venda de jogadores enquanto o litígio ocorrer.
O presidente do clube social explicou que o processo está sendo movido com o objetivo de proteger o alvinegro em meio a guerra jurídica travada entre os acionistas estrangeiros: “Hoje o Botafogo está vivo por causa da equipe que comanda a SAF sob o comando do Thairo (Arruda, CEO da SAF do clube) (…) Os investidores estrangeiros entraram em briga e não estão aportando dinheiro no Botafogo. Vai chegar uma hora em que o Thairo não vai conseguir continuar fazer milagres e vamos precisar dos investidores para que os compromissos feitos por ordem deles sejam cumpridos”.










