Os primeiros medicamentos genéricos das chamadas “canetas emagrecedoras” começaram a ser vendidos em farmácias de Campo Grande, pouco tempo após a quebra da patente da semaglutida no Brasil — substância usada no tratamento de diabetes e também popularizada para perda de peso.
Entre as novas opções disponíveis estão produtos como Extensior e Poviztra, fabricados pela indústria farmacêutica nacional, ampliando a concorrência no mercado.
Apesar da chegada dos genéricos, os preços ainda são considerados elevados. Nas farmácias da Capital, os valores variam entre R$ 700 e R$ 900, dependendo da dosagem. Já medicamentos mais conhecidos, como Ozempic e Wegovy, continuam com preços ainda mais altos, podendo ultrapassar R$ 1.600.
Por outro lado, produtos importados do Paraguai aparecem como alternativa mais barata, com valores a partir de cerca de R$ 400 a R$ 500. No entanto, muitos desses medicamentos não possuem registro na Anvisa, o que levanta preocupações sobre segurança e qualidade.
O uso dessas canetas, inclusive sem prescrição médica, tem se tornado cada vez mais comum, impulsionado pela busca rápida por emagrecimento. Especialistas alertam que a prática pode trazer riscos à saúde, especialmente quando envolve produtos irregulares ou sem acompanhamento profissional.











