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Mato Grosso do Sul registra mais de 13 mil casos de dengue em 2025; 18 mortes foram confirmadas

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Mato Grosso do Sul já contabiliza 13.493 casos prováveis de dengue em 2025, sendo 8.237 confirmados, segundo o boletim epidemiológico da 42ª semana, divulgado nesta quarta-feira (22) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). O documento também confirma 18 óbitos causados pela doença e informa que outros sete estão em investigação.

Nos últimos 14 dias, os municípios de Inocência, Nioaque e Maracaju registraram baixa incidência de casos confirmados. As mortes por dengue ocorreram em Inocência, Três Lagoas, Nova Andradina, Aquidauana, Dourados, Ponta Porã, Coxim, Iguatemi, Paranhos, Itaquiraí, Água Clara, Miranda, Aparecida do Taboado, Ribas do Rio Pardo e Campo Grande.
Entre as vítimas, sete possuíam comorbidades, o que aumentou o risco de agravamento da doença.


Vacinação avança no Estado

O boletim também aponta que 188.875 doses da vacina contra a dengue já foram aplicadas em Mato Grosso do Sul. O Estado recebeu 241.030 doses do Ministério da Saúde.

O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações. A imunização é recomendada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue no grupo de 6 a 16 anos.

A SES reforça a importância da vacinação e da eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.


Casos de Chikungunya também preocupam

O mesmo boletim revela que Mato Grosso do Sul registrou 13.622 casos prováveis de Chikungunya, sendo 7.482 confirmados no SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação). Entre os casos confirmados, 74 ocorreram em gestantes.

A doença também causou 16 mortes no Estado, registradas nos municípios de Dois Irmãos do Buriti, Vicentina, Naviraí, Terenos, Fátima do Sul, Dourados, Sidrolândia, Glória de Dourados, Maracaju e Iguatemi.
Das vítimas, 12 apresentavam comorbidades.

A Secretaria de Estado de Saúde alerta a população para não recorrer à automedicação em casos de sintomas como febre alta, dores no corpo, manchas vermelhas e dor atrás dos olhos.
A recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica e acompanhamento adequado.

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